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Veja quais as melhores cadeiras para a área interna e externa

14 minutos para ler

As cadeiras podem ser extremamente versáteis quando utilizadas na decoração. Com elas, por exemplo, você pode criar ou repaginar ambientes e também gerar uma maior conexão entre os indivíduos — afinal, quando se imagina um encontro entre amigos para um jantar ou uma reunião de familiares para um almoço, a primeira imagem que vem à mente, geralmente, é de uma mesa rodeada de assentos ocupados por essas pessoas queridas em interação, certo?

No entanto, um ponto que é necessário ter em mente é que existem diferentes possibilidades para o ambiente interno e outras que são próprias para os espaços externos, de modo que se faz fundamental considerar os elementos intrínsecos a cada um dos locais para uma boa escolha. Em se tratando de uma cadeira para área interna, por exemplo, você sabe quais aspectos levar em conta no momento da escolha?

Para optar por aquela que representa a melhor opção para o seu ambiente, são exigidos alguns cuidados distintos e existem também alguns detalhes aos quais você deve ter total atenção. Quer saber mais sobre esse assunto? Então, continue a leitura do post e veja agora quais são as melhores opções!

As diferenças existentes entre cadeiras para áreas internas e para ambientes externos

A integração feita entre os espaços internos e os externos é uma tendência que está em alta, independentemente de ser colocada em prática por meio de varandas, áreas gourmet, áreas de piscina e/ou lazer ou de jardins.

Os mobiliários, nesse caso, apesar de serem bastante diferentes entre si, devem ser escolhidos de forma harmônica, considerando o local em que serão inseridos e as suas respectivas características — nesse caso, é válido ter essa atenção não apenas quanto aos aspectos da estrutura do espaço, mas também quanto aos próprios móveis.

Além disso, também é muito importante considerar a função de cada um dos lugares para escolher o tipo que melhor atenderá às diferenças existentes entre as áreas internas e externas, haja vista que cada uma delas tem as suas peculiaridades.

As áreas internas

Design, conforto e qualidade são alguns dos pontos importantes quando o assunto envolve a escolha de móveis

— por exemplo, mais especificamente de cadeiras para áreas internas. Por isso, para esses espaços, atente principalmente à ergonomia e ao design da peça de acordo com o projeto do cliente no momento de fazer quaisquer sugestões.

É claro que, em se tratando da decoração de interiores, a durabilidade também é um fator de extrema importância. Isso porque, normalmente, as cadeiras que são projetadas para o uso em ambientes internos são mais utilizadas. No entanto, nesse caso, o material de fabricação não fica tão limitado ao lugar em que o mobiliário será alocado em razão de não ser necessário considerar as possíveis exposições às quais ele estaria sujeito, como chuvas, altas temperaturas, ventos etc.

Por exemplo, levando essa questão em consideração, uma ótima opção seria a poltrona PIX, que é compacta, bastante versátil e apresenta um design muito característico. Por isso, ela se mostra uma escolha certeira nas mais diversas situações, transitando muito bem de ambientes corporativos aos residenciais com uma fluidez incrível. Os seus pés em madeira são elegantes e transmitem certa sofisticação enquanto o aconchegante conjunto de assento e encosto revestidos parece convidar o usuário a relaxar.

As áreas externas

Já quando se trata de escolher um móvel para ser alocado em uma área externa, além do conforto e do seu design, é fundamental lembrar-se de que esse mobiliário — diferentemente do anterior — estará sujeito e exposto às condições do tempo, ou seja, ele deverá estar apto a suportar o sol, o calor, a umidade, entre outras mais. A necessidade de levar esses aspectos em consideração torna a decisão um pouco mais difícil e limitada.

Isso porque, nesse caso, é preciso estar atento a outras características do móvel, como o seu material de fabricação. Além disso, mesmo que sejam menos utilizados, as cadeiras e os demais mobiliários para esses espaços devem também considerar a questão da ergonomiaNo entanto, aqui, é inegável que a durabilidade é essencial e só é garantida por meio da qualidade do produto e da escolha correta da matéria-prima que o compõe.

Afinal, em se tratando de espaços externos, existem materiais que não devem ser usados e/ou que demandam um tratamento mais específico para que se tornem suficientemente resistentes ao tempo e às intempéries. Também é muito importante levar em consideração a função do mobiliário, uma vez que uma cadeira para refeições que será inserida em uma área gourmet deve ter características diferentes de uma que será disposta na área de piscina etc.

É comum que o público consumidor não tenha o conhecimento necessário para tomar as melhores decisões nesse sentido, por isso, cabe a você — revendedor — avaliar com cautela todos esses elementos e buscar fazer as melhores sugestões. Afinal, o propósito é garantir a satisfação do cliente e isso apenas será possível se as suas expectativas forem não apenas atendidas, mas superadas.

Então, se você busca uma cadeira para uma área de lazer, por exemplo, a Shine pode ser a opção ideal. Isso porque, além de confortável e moderna, ela é desenvolvida com um material plástico, garantindo uma maior versatilidade para ambientes internos e externos.

Os pés em alumínio e a concha injetada em polipropileno com proteção UV reafirmam a qualidade e a durabilidade do produto em situações climáticas diversas. Além do seu material de alta resistência, você conta com opções com e sem os braços, o que acaba por permitir o empilhamento em qualquer um dos modelos, trazendo mais praticidade para o dia a dia do usuário.

As dicas para a escolha de cadeiras para o ambiente externo

Existem, como dito, diversas opções de mobiliários para a alocação nas áreas externas. Eles podem apresentar um design diferenciado — e não há problema em valorizar esse aspecto no momento da decisão —, mas é altamente indicado que eles tenham características que garantam a sua durabilidade e os motivos para tanto já foram expostos no tópico anterior. Por isso, a seguir, nós separamos algumas dicas para que você seja capaz de auxiliar os potenciais compradores a fazerem escolhas mais acertadas, consequentemente, garantindo a sua satisfação. Confira!

Indique materiais resistentes e apropriados

Como falamos, ao optar pelas melhores cadeiras para compor as áreas externas, é importante considerar que sejam resistentes e adequadas para esses ambientes, tornando-se fundamental levar as peculiaridades do local em consideração. Para isso, é recomendável priorizar materiais compostos por plástico e fibras sintéticas no momento de sugerir os mobiliários ao público. Isso porque esses materiais são mais resistentes ao vento, à chuva, ao sol e ao calor.

Entretanto, é importante destacar que algumas matérias-primas, mesmo sendo bastante resistentes, não são apropriadas para ambientes externos por não serem “à prova” de intempéries, como é o caso do ferro — que, quando é exposto, fica sujeito à ferrugem. Contudo, vale ressaltar que, quando ele recebe um tratamento para proteger e evitar a oxidação, ele se torna apropriado para esses espaços.

A madeira já é outro exemplo de um material resistente, mas que, sem o correto tratamento, pode estragar facilmente. Por isso, é importante impermeabilizá-la para que não apodreça ou danifique quando sujeita à umidade, à chuva, às altas temperaturas etc. Na verdade, há que se dizer que até mesmo os materiais plásticos podem ter a durabilidade estendida, evitando rachaduras, se houver a cautela de passá-los por um tratamento antirraios UV.

Então, em resumo, os materiais mais utilizados para cadeiras que serão inseridas em ambientes externos são:

  • alumínio;
  • madeira — desde que receba o devido tratamento;
  • ferro — desde que receba o tratamento antioxidação;
  • polipropileno — desde que receba o aditivo anti UV;
  • fibras naturais ou sintéticas.

Opte por tecidos impermeabilizados

Em relação aos revestimentos dos mobiliários, é necessário saber que eles devem ser impermeabilizados — é indicado, inclusive, priorizar tecidos sintéticos, como o vinil, o couro náutico e o acrílico, e evitar o veludo e a seda, por exemplo.

Além disso, esses tecidos costumam já contar com a proteção contra raios UV, garantindo a manutenção da cor e da durabilidade e evitando o consequente desbotamento. Mesmo assim, para garantir uma maior duração, existem também as capas em lona, que são muito vantajosas para proteger esse componente dos mobiliários que farão parte dos espaços externos.

Inclusive, justamente por isso, torna-se válido verificar a possibilidade de oferecer esses recursos no seu estabelecimento ou, se for interessante, de estabelecer parcerias, de modo que você possa indicar ao público o melhor local para uma aquisição segura. Lembre-se de que garantir a satisfação dos consumidores exige que você saia do lugar-comum e vá além do “mais do mesmo”.

Então, oferecer esse suporte de ponta a ponta — incluindo um auxílio que poderá ser bastante útil após a finalização da compra — pode representar um diferencial. Isso facilitará o processo de fidelização dos clientes e, eventualmente, terá impactos positivos sobre a geração de receita, elevando o seu faturamento.

Priorize o conforto e a ergonomia

De nada adianta ter cadeiras próprias para a área externa e que sejam duráveis, mas que não sejam confortáveis, concorda? Além disso, mesmo que elas não sejam utilizadas por longos períodos, como as cadeiras internas, é necessário que sejam ergonômicas a fim de evitar dores e desconfortos que prejudicam o bem-estar e até mesmo a saúde dos usuários.

Como nem sempre os compradores têm todos esses aspectos imprescindíveis em mente, é aí que você entra, com a sua expertise, contribuindo para que as melhores escolhas sejam feitas.

Lembre-se, no entanto, de que o conforto e a ergonomia não estão relacionados à maciez da cadeira. Na verdade, esses fatores envolvem o formato do encosto, a existência ou não de apoios para os braços, a altura e as características do assento, entre outros.

Existem também as cadeiras que são feitas com foco em relaxamento, enquanto outras apresentam diferentes funções, como alimentação, composição de mesas ou de ambientes para a leitura etc. Sendo assim, é muito importante verificar com o cliente qual é a finalidade desejada e, assim, sugerir o tipo de mobiliário que é mais apropriado para o propósito em mente.

Sugira o investimento em cores, estampas ou texturas

No setor moveleiro, muitas vezes, você irá lidar com um público que já sabe exatamente o que busca e o que espera do mobiliário a ser adquirido. Geralmente, essa parcela de consumidores tem um estilo de decoração mais bem definido e/ou deseja manter o padrão que já foi trabalhado nos demais cômodos da residência. Nesses casos, é mais natural que sugestões de mudanças não sejam tão bem recebidas.

Por outro lado, também não é incomum encontrar consumidores que estejam mais receptivos às sugestões dos vendedores e mais abertos ao novo. O primeiro passo, levando esses dois grupos distintos em consideração, é identificar com qual deles você está tratando.

No caso do segundo, talvez seja interessante ir além do mero papel de lojista e ajudá-los, com uma participação mais ativa na decoração dos espaços, o que poderá ser muito bem-vindo e bem-visto.

Por exemplo, em se tratando de cadeiras para ambientes externos, é possível apostar em um design mais moderno e acompanhar as tendências — é claro, sem deixar de lado os outros aspectos essenciais já mencionados até aqui. Entretanto, mesmo assim, é importante que a cartela de cores e a decoração escolhida estejam em harmonia com o ambiente interno.

Contudo, algumas cores devem ser evitadas e nem sempre os clientes terão essa consciência, o que é natural. Por exemplo, na área de piscina, é recomendável evitar escolher os tons de preto, de azul marinho ou de marrom escuro, uma vez que essas tonalidades absorvem mais calor. Por outro lado, é interessante abusar das estampas e das cores para trazer mais personalidade ao ambiente.

A importância de fazer uma boa escolha do mobiliário

É comum que, no momento de optar pelo melhor mobiliário para um determinado espaço, seja um ambiente externo, seja uma área interna, os moradores acabem por não conseguir alcançar uma visão macro, enxergando o projeto por inteiro. Assim, por vezes, eles acabam optando por alternativas que mais os agradam visualmente, sem pensar no local como um todo.

Entretanto, é justamente por essa razão que pode ser interessante, mais uma vez, ir além do papel de mero revendedor e ajudá-los, mostrando a relevância que a decisão tomada terá não apenas no presente, mas também futuramente. Para tanto, você pode destacar como uma escolha acertada impactará:

  • a durabilidade do mobiliário: que será garantida se houver a observância do ambiente onde o móvel será inserido, além, é claro, do zelo necessário com a manutenção. Do contrário, os compradores devem ter ciência de que a mobília estará sujeita a um desgaste rápido;
  • a construção de um ambiente harmônico: por vezes, a falta de uma orientação especializada faz com que os clientes misturem diversos estilos de mobiliários, tornando o resultado final um tanto desconexo. Sendo assim, esclareça que, para assegurar a criação de um espaço verdadeiramente aconchegante e confortável, é necessário enxergá-lo como um todo, buscando elementos que sejam complementares entre si;
  • a evitar arrependimentos posteriores: mais uma vez destacando a importância de um olhar macro, ao fazer escolhas considerando os cômodos de forma isolada, é possível que, futuramente, o morador “enjoe” dos mobiliários — isso também é válido quando o potencial comprador está empolgado para investir em um tendência específica que está em alta, porém, que pode não ter tanto a ver com os demais aspectos da residência e nem com o seu próprio estilo;
  • o melhor aproveitamento do espaço: não menos importante que os demais elementos, é imprescindível manter em mente o espaço e a função que cada móvel ocupará/terá. Nesse caso, é válido lembrar ao potencial cliente que um mobiliário de grande porte, por exemplo, poderá dificultar a mobilidade dos moradores se alocado em um espaço pequeno, que não é o mais adequado para comportá-lo. Além disso, se o fluxo de pessoas se movimentando pela casa for alto, ainda há o risco de a durabilidade do móvel ser reduzida. Essa questão vale tanto para áreas internas quanto para espaços internos.

Como você pôde ver, ao escolher uma cadeira para área interna ou para um ambiente externo, além de combinar com o estilo de decoração predominante, é fundamental levar em consideração a função, o tipo de uso e outros aspectos, como a qualidade, a ergonomia, a durabilidade, o conforto etc. Como nem sempre o público consumidor está atento a tantas questões no momento da compra, é o seu papel ajudá-lo a tomar a melhor decisão, já que isso garantirá a sua satisfação e, consequentemente, terá impactos sobre a fidelização.

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