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Entenda a importância da ergonomia em escritórios

ergonomia em escritórios

A ergonomia em escritórios é um dos temas mais debatidos nos últimos tempos, em relação ao bem-estar profissional. Afinal, o ambiente de trabalho precisa conter todos os elementos de conforto e cuidados com a saúde para favorecer a execução das tarefas e a produtividade. No entanto, frequentemente o tema é simplificado a um único elemento, a postura. Porém o assunto é um pouco mais complexo.

Por esse motivo, vamos explicar neste post as principais determinantes de ergonomia em um ambiente corporativo. Desse modo, você poderá prestar uma consultoria completa a seus clientes e ainda escolher os melhores produtos para a sua loja. Se interessou? Confira!

O que é ergonomia?

Às vezes, a melhor forma de compreendermos uma palavra é analisarmos sua origem.

Ergonomia vem da junção de duas palavras gregas: ergon, que significa trabalho; nomos, que pode ser traduzida como “normas” ou “leis”.

Então, de forma geral, ergonomia refere-se às normas de trabalho. Apesar de oferecer uma boa pista da aplicação desse conceito, ele é um pouco mais complexo. Tecnicamente, ergonomia é o estudo da interação do homem com seu ambiente de trabalho para a elaboração de recomendações que melhorem a saúde e o bem-estar do trabalhador.

Como a ergonomia funciona?

Isso significa que a ergonomia não se restringe apenas às leis e regulamentações exigidas pelas normas trabalhistas, como a Norma Regulamentadora 17. Na verdade, ali, temos apenas um patamar mínimo de ergonomia, podendo uma empresa ir muito além. Como verá a seguir, há vários benefícios — e você precisará citá-los aos seus clientes.

Para aplicar todo o potencial desse conceito, é importante compreender que há vários tipos de ergonomia. Vamos começar abordando o mais tradicional — a ergonomia física.

É o tipo que associamos imediatamente no nosso senso comum, pois se refere às condições físicas de trabalho. Portanto, abrange tanto os cuidados com a postura e os movimentos quanto a prevenção de acidentes.

Para isso, são estudados todos os aspectos fisiológicos, anatômicos e biomecânicos de cada tarefa. Assim, podem ser indicadas ações para reduzir os potenciais impactos lesivos à saúde do colaborador. Nesse sentido, a ergonomia física busca analisar as condições ideais de:

  • alternância entre atividades e o descanso;
  • mobilidade nos postos de trabalho;
  • segurança das áreas de circulação;
  • climatização, temperatura e umidade ambientes;
  • iluminação na prevenção de acidentes e no conforto visual, entre outras.

A maioria das principais medidas de ergonomia física estão presentes na Norma Regulamentadora 17 e incluem:

  • a estação de trabalho deve ser estruturada para permitir a livre movimentação de todos os membros do corpo dos colaboradores;
  • as atividades devem preferencialmente ser executadas na posição sentada, a menos que a natureza da tarefa realmente não permita;
  • as cadeiras devem ter ajustes reguláveis para o perfil biométrico de cada colaborador (estatura e peso), um assento fabricado com material de pouca ou nenhuma conformação, a curvatura do encosto deve seguir a forma fisiológica da lombar, entre outros requisitos;
  • as mesas devem apresentar altura compatível com as tarefas mais habituais e espaço suficiente para a acomodação de todos os equipamentos do colaborador;
  • o conjunto de mesas e cadeiras devem ser distribuídos a fim de evitar qualquer estresse nos segmentos corporais durante a execução das tarefas habituais.

Quais são as últimas tendências de ergonomia do mercado?

Muitas vezes, os clientes focam tanto a ergonomia física que se esquecem dos aspectos cognitivos. Essa é a mais nova tendência da ergonomia nos últimos anos. Eles incluem as seguintes funções:

  • atenção sustentada — capacidade de se ater a uma mesma tarefa por um período mais longo;
  • foco — capacidade de ignorar estímulos internos e externos para executar uma ação;
  • memória de trabalho — capacidade de armazenar informações simples por um curto período para executar uma tarefa;
  • tomada de decisão — capacidade de analisar diversos fatores complexos para fazer uma escolha adequada.

Tudo isso depende de boas condições ergonômicas cognitivas. Para isso, além das condições físicas, é preciso que o ambiente de trabalho traga estímulos positivos. Há uma área chamada de neuroarquitetura que se dedica justamente a esse estudo.

De forma geral, é possível promover a aplicação da ergonomia cognitiva com:

  • móveis com um design diferenciado, pois a beleza traz manifestações positivos sobre o ambiente;
  • identidade visual, uma vez que isso pode incentivar um sentimento de pertencimento e de comunidade;
  • design clean, pois a redução de elementos nos espaços evita pontos de distração e a sobrecarga de informações visuais;
  • o design biofílico, porque os estudos mostram que a inserção de elementos naturais nos espaços corporativos reduz o estresse, entre outras medidas;
  • a ergonomia participativa, considerada por muitos um tipo próprio, busca ampliar os espaços de cooperação e colaboração — a sociabilidade e o espírito de grupo são elementos essenciais para manter a saúde cognitiva dos funcionários.

Quais são os benefícios da ergonomia em escritórios?

Prevenção de lesões

Esse é o objetivo primário da ergonomia física. As lesões de trabalho representam um impacto econômico significativo das empresas, pois:

  • provocam afastamentos e o absenteísmo;
  • podem levar a condenações na Justiça do Trabalho com o pagamento de multas, indenizações e pensões permanentes;
  • aumentam o turnover e a saída de talentos dos quadros internos;
  • prejudicam a imagem corporativa.

No entanto, acima de tudo isso, elas trazem um dano potencialmente irreversível para uma pessoa. Ela pode perder seu bem-estar devido a dores crônicas e ficar incapacitada permanentemente para o trabalho.

Bem-estar e satisfação dos colaboradores

A ergonomia também atua na promoção do bem-estar. Quando uma empresa segue todas as melhores práticas, os colaboradores ficam mais satisfeitos. Afinal, têm um ambiente de trabalho agradável e percebem o investimento feito em recursos humanos e a preocupação da empresa para com eles.

Tudo isso se traduz em:

  • mais motivação para gerar resultados;
  • eles se tornam promotores espontâneos da marca, melhorando a sua imagem no mercado;
  • retenção de talentos, que podem trazer inovação constante, entre outros benefícios.

Aumento da produtividade

Com foco na ergonomia, consequentemente há um aumento significativo da produtividade, uma vez que todas as condições positivas estarão atendidas para:

  • aumentar o tempo produtivo do colaborador ao eliminar várias distrações;
  • evitar erros e retrabalhos associados a uma atenção baixa na execução de tarefas;
  • evitar a redução das funções cognitivas devido a dores, incômodos, desmotivação, insatisfação e outras sensações negativas.

Desse modo, quando você é capaz de valorizar a importância de seguir essas medidas de ergonomia em escritórios, seus resultados de vendas certamente melhoram. Afinal, os consumidores corporativos estão cada vez mais exigentes e querem sair daquele modelo de ambiente empresarial tradicional.

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