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8 dicas valiosas para compor espaços colaborativos.

9 minutos para ler

Um ambiente de trabalho produtivo e saudável precisa proporcionar bem-estar aos colaboradores, e isso pode ser alcançado por meio de espaços agradáveis e harmônicos. Para isso, é fundamental atenção ao escolher os móveis, objetos de decoração, cores, iluminação, entre outros aspectos importantes que irão compor o ambiente.

Esse tipo de ambiente contribui para o aumento da satisfação das pessoas, fazendo com que elas se sintam parte daquele local e melhorem seu desempenho dentro da empresa, influenciando assim os resultados como um todo.

Este artigo traz dicas valiosas sobre como compor um espaço colaborativo. Confira as dicas para auxiliar seus clientes ao escolher o melhor mobiliário para ajudar a tornar o ambiente de trabalho mais eficiente!

Traga vida aos espaços colaborativos por meio das cores

Sabemos que as cores exercem influência direta sobre nós e saber harmonizá-las é um grande desafio. Para a composição do ambiente acima foram utilizadas duas cores complementares, Azul e Laranja.

O azul é a cor que remete a confiança, calma, segurança, tranquilidade e serenidade, ideal para espaços de reflexão e contemplação. Por ser uma cor mais fria tem o efeito calmante, sendo ideal para espaços de espera e descompressão.

O laranja tem a propriedade de aquecer o tom frio do azul. Por ser uma cor quente e vibrante remete ao entusiasmo, alegria, criatividade, estímulo e determinação. A junção destas duas tonalidades tornam o ambiente equilibrado, convidativo e de visual moderno.

Acrescente elementos naturais

Não só de cores e revestimentos se compõe um bom ambiente. Além da harmonização das cores, é importante levar em consideração outros aspectos como a iluminação natural e inserção de plantas. Diversas pesquisas indicam que a luz natural contribui para um espaço saudável, aumentando a disposição e consecutivamente a produtividade.

Além da iluminação, o design biofílico oferece uma série de benefícios, como o fato de tornar o ar mais puro e melhorar a umidade natural do local, proporcionando a sensação de bem-estar e reduzindo os níveis de estresse.

Invista em itens funcionais

A funcionalidade é a palavra de ordem da arquitetura corporativa atual. Ela está ancorada em um tripé, composto por:

  1. ergonomia para reduzir o risco de lesões e permitir o máximo de atenção, satisfação e produtividade para o colaborador;
  2. compatibilidade entre o mobiliário e a tarefa a ser executada. Ela deve facilitar a execução das ações, e não dificultá-las;
  3. conforto, visto que sensações negativas tendem a reduzir as funções cognitivas e executivas da mente.

Portanto, o mobiliário deve ser visto de forma estratégica. Ele não é apenas o espaço onde seus colaboradores executarão as tarefas cotidianas, ele também determina a qualidade e a eficiência com que elas serão feitas.

Mas o que significa ser funcional? Por exemplo, a maioria das atividades de escritório demandam o uso de materiais de papelaria e a manipulação de papéis. Portanto, gavetas são fundamentais em muitos casos. Além disso, elas utilizam computadores ou notebooks. Então, deve haver espaços para a passagem de cabos, apoio de teclados e posicionamento de impressoras.

Do ponto de vista da ergonomia, deve seguir as normas regulamentadores NR17 e NBR 13962 e apresentar possibilidade de ajustes ao biotipo para que as tarefas sejam executadas com conforto e sem restrições.

Atenção à iluminação

A iluminação é um dos principais fatores que determinam a atenção e o estado de alerta dos colaboradores. Se ela for insuficiente, diversos problemas podem surgir, como:

  • maior taxa de erros na execução das tarefas;
  • maior risco de acidentes;
  • colaboradores mais sonolentos e menos produtivos.

De forma semelhante, iluminação excessiva também traz seus problemas:

  • cansaço visual dos usuários do espaço;
  • maior risco de dores de cabeça e estresse;
  • dificuldade para executar as tarefas devido a reflexão da luz, entre outros problemas.

Outro ponto muito importante é a uniformidade da distribuição da luz. Contrastes muito grandes em um mesmo espaço (áreas bem iluminadas seguidas de outras mal iluminadas) tendem a causar cansaço visual e aparentam desleixo.

Em locais em que o uso de telas é frequente, é preciso se atentar para o ofuscamento. Ou seja, as luzes não podem ser dispostas em locais em que os feixes incidirão diretamente sobre telas.

Além disso, olhe sempre para a perspectiva dos clientes para que eles vejam o espaço e se sintam acolhidos dentro dele. Para isso, em áreas de atendimento, iluminação indireta é uma solução muito interessante. Ela passa uma sensação de conforto e aconchego, tirando um pouco a ênfase na objetividade presente nas corporações.

Mantenha a descontração e conforto

A descontração é uma das grandes tendências da arquitetura corporativa nos próximos anos. Afinal, as pessoas passaram muitos meses reclusas em suas casas devido à pandemia. Isso fez com que elas se acostumassem a trabalhar em um local mais informal.

Ao mesmo tempo, havia o desejo de sair de casa para retomar as atividades sociais e as que existem no ambiente de trabalho. Então, é interessante implementar espaços que permitam trocas e interações de forma bem irreverente. Por exemplo, as salas de descompressão e os espaços gourmet dentro de empresas estão se tornando cada vez mais comuns.

O conforto também é outro norte para o futuro: as pessoas estavam trabalhando em suas casas, o ambiente de maior aconchego que podemos ter. Então, desejam que os ambientes empresariais também tenham a mesma preocupação. Entretanto, mais do que isso, os colaboradores são mais produtivos e satisfeitos quando estão confortáveis.

O objetivo, em grande parte, é também quebrar essa separação de casa e trabalho. Muitas pessoas vão adotar jornadas híbridas de trabalho. Então, quanto menor for a diferença entre a experiência em escritório e em home office, melhor. Assim, há menor perda de produtividade devido à necessidade de se adaptar constantemente a dois modelos de espaço tão diferentes.

Ofereça menor espaço individual e maior espaço colaborativo

Grande parte dos debates em decoração corporativa se centram na seguinte pergunta: é melhor ter espaços colaborativos ou individuais em um escritório? Até pouco tempo, havia duas correntes opostas que enfatizavam excessivamente apenas uma das duas possibilidades.

No entanto, as observações da interação do trabalhador com o ambiente corporativo mostraram que o meio termo é o ideal. O mais interessante é deixar o colaborador escolher onde ele quer trabalhar ao longo do dia, — sem fixá-lo a estações coletivas ou individuais.

Por isso, ambos devem estar presentes no escritório. Se, em um momento, ele achar que vai ser mais produtivo ou inovador em colaboração com outros colegas, basta ele se descolar até o ambiente colaborativo.

É importante que esses locais sejam amplos e permitam interações mais próximas para troca de ideias. Por exemplo, não é eficiente oferecer um ambiente coletivo em que as mesas são tão amplas que as pessoas ficam distantes umas das outras e mal podem se ouvir.

Em relação aos ambientes individuais, eles devem permitir uma maior privacidade e isolamento de sons. Afinal, isso é o que os colaboradores procuram quando estão desconfortáveis em espaços colaborativos.

Aposte na “visualização vertical”

Em ambientes que disponham de uma parede ampla, é possível revesti-la com uma lousa branca ampla ou papéis de parede que simulam a superfície dessa peça. Assim, os colaboradores podem escrever recados uns para os outros ou esboçar ideias de forma mais visual.

Se isso não for possível, é muito positivo oferecer murais verticais (um tipo de peça de mobília corporativa que vem sendo cada vez mais demandada). Essas peças de mobiliário permitem que os colaboradores fixem elementos importantes para a troca de informação, como calendários e cronogramas de projetos.

A produtividade e a criatividade tendem a aumentar quando a pessoa pode exteriorizar suas ideias no espaço. Isso também cria um ambiente de troca de conhecimento fundamental para a inovação corporativa.

Se você fizer uma rápida pesquisa sobre os escritórios de grandes empresas tecnológicas, verá que esses espaços verticais dominam esses ambientes. Apenas com um olhar, já transmitem essa sensação de geração de ideias e disrupção.

Invista no mobiliário

Após toda concepção do projeto, é válido ressaltar que de nada seriam os ambientes sem o charme e aconchego dos móveis. O mobiliário é o grande protagonista, pois este é elemento definidor dos espaços.

Neste projeto, os detalhes em madeira do mobiliário dão a sensação de conforto ao ambiente. A madeira é um material com ótimas características térmicas, agradável ao toque. Além disso, proporciona sensação de aconchego contribuindo na acústica do espaço, absorvendo ruídos.

Indo além dos detalhes, é importante salientar e considerar em primeiro lugar a qualidade ergonômica do móvel.

Você pode oferecer para compor esses ambientes, por exemplo, a linha Pix, com seu design leve e versátil. A linha é composta de diversos conjuntos de sofás modulares retos, curvos e poltronas, que proporcionam diversas possibilidades de composições, sendo facilmente adaptável em vários tipos de espaços.

Além do seu valor estético a linha Pix é produzida em espumas flexíveis de poliuretano, expandida com densidade ideal para agregar conforto e ergonomia ao móvel. Os pés em aço além de maior estabilidade ao produto dá um toque de elegância e estilo. As mesas laterais são peças coringas para ambientes colaborativos, pois são móveis auxiliares que possibilitam o apoio de plantas, livros, luminárias ou até mesmo notebook.

Clique e conheça a linha que vai ajudar seus clientes a transformarem seus projetos!

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